Com a intenção de simplificar o processo de poupar e multiplicar o dinheiro, muitos clientes de bancos acabam aderindo à previdência privada.
A previdência privada é uma espécie de fundo aonde mensalmente o cliente vai depositando um valor acordado com o banco. Ou, as vezes pode simplesmente aportar um valor e permanecer com o mesmo, sem depósitos mensais.
Geralmente, o valor poupando rende algo entre a poupança e o 100% do CDI.
No final do período, o cliente pode retirar o valor acumulado, ou receber uma espécie de aposentadoria mensalmente.
Mas como qualquer tipo de produto financeiro, o investidor precisa ter muita cautela para não “pagar para investir”.
Alguns bancos que comercializam os planos de previdência cobram dos clientes uma taxa de carregamento.
Essa taxa acontece no momento em que o valor mensal aplicado pelo cliente cai na previdência, essa taxa pode variar entre 5% do capital aplicado.
Mas cada banco é um caso diferente, existem bancos que atualmente não cobram mais essa taxa, ou a taxa de carregamento por ir diminuindo até acabar dependendo do volume de capital que o cliente possui em sua previdência.
Planos de previdência podem ser grandes aliados de pessoas que têm dificuldade de poupar, mas se não for bem estudado, o plano pode virar uma armadilha e dificultar uma aposentadoria tranquila.
Os planos de previdência são divididos em VGBL e PGBL. São planos que tributam de maneira diferenciada. O PGBL é indicado para pessoas que declaram Imposto de renda pelo formulário completo e querem se beneficiar da dedução.
O VGBL é indicado para clientes que não possuem renda suficiente para declarar imposto de renda, e, portanto não utilizam esse tipo de benefício.
Comentário do autor; Hoje existem previdências administradas por outras instituições além dos grandes bancos. Tais previdências são distribuídas por corretoras independentes e possuem taxas administrativas menores e rendimentos mais interessantes. Inclusive existem planos de previdência que possuem fundos com estratégia de seguir uma determinada carteira, como o IMA-B (carteira focada em determinados títulos do Tesouro atrelados ao IPCA).






Deixe um comentário