Existem diversas siglas para nomear os principais indicadores econômicos, dentre eles as taxas de juros e a nossa inflação.
A matéria de hoje vai elucidar uma parte desse emaranhado de letras que formam os principais índices econômicos de nosso país.
Começando pela SELIC (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) essa taxa é definida periodicamente pelo COPOM (Comitê de Política Monetária).
A SELIC é a taxa de juros referencial que remunera os títulos do governo, rentabilizando quem empresta para o mesmo, por isso ela tem grande influência na economia. A Selic é um dos instrumentos de controle da inflação.
O CDI (Certificados de Depósitos Interbancários) é uma taxa que os bancos utilizam para cobrar e pagar os empréstimos realizados entre os próprios bancos.
O CDI é utilizado também em aplicações como o CDB (Certificado de Depósito Bancário) com intuito de fornecer rendimento ao mesmo. Muitos fundos de investimento também utilizam o CDI como referência em sua performance.
Sobre a inflação temos dois principais índices de referência, um é o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é o índice elaborado e fornecido pelo IBGE, instituto do governo federal.
Dentro do IPCA existem valores de vários produtos que compõem os gastos das famílias brasileiras que recebem renda de 1 até 40 salários mínimos.
O IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) é calculado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) mensalmente.
A FGV é uma fundação privada, não tendo relação com o governo. O IGP-M é utilizado para atualizar valores de aluguel e outros tipos de serviços.






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