Uma ótima alternativa de aplicação são os fundos de investimento, eles funcionam como condomínios onde cada investidor aporta um valor e o gestor do fundo toma as decisões para investir os recursos seguindo as características do fundo.
Existem fundos que seguem a cotação do ouro, fundos que seguem o CDI, ou o IBOVESPA, entre outros tipos de índices. Inclusive, há fundos com gestão ativa.
Fundos que são guiados principalmente pela atuação do gestor. A aplicação em um fundo de investimento pode ocasionar uma boa redução de custos em sua carteira de ativos.
O mercado brasileiro possui uma gama bem grande de produtos financeiros diferentes, fato que contribui para o investimento em um fundo.
Incide sobre os fundos de investimento o IR e nos primeiros 30 dias o IOF. Além ficar atento a esses impostos o investidor precisa ficar de olho em taxas de administração, performance e de despesas que o fundo pode ter.
É importante verificar se o fundo trabalha com algum tipo de alavancagem também.
A alavancagem pode ser uma arma muito boa para auferir rendimentos maiores aos cotistas, mas caso a estratégia do fundo não seja lucrativa, e pior, dê prejuízo à alavancagem pode aumentar ainda mais as perdas do fundo.
Observar o rendimento passado é importante, principalmente quando existe um benchmark (um índice comparativo).
Essa análise comparativa, junto ao benchmark, serve para verificar se o fundo segue a tendência do índice, ou até pra ver se ele é superior ou se tem perdas.
Os rendimentos passados não são garantias de rendimentos futuros.
Tome cuidado ao ver fundos que entregaram rendimentos gigantescos em períodos anteriores, isso pode ser sinal de alavancagem, sugiro cuidado com isso.






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