Joaquim-Levy

Recentemente tivemos a nomeação do novo ministro da Fazenda,  Joaquim Levi, que tem uma importante missão, tirar o Brasil da estagnação econômica e de quebra colocar a inflação no centro da meta com uma pequena ressalva do governo: não aumentar o desemprego.

Profissional da área financeira, Levi saiu da área de investimento do Banco Bradesco direto para o ministério da Fazenda. Altamente gabaritado no mundo financeiro, já ocupou diversos cargos importantes em cenário nacional e internacional, exemplo: secretário da fazenda no primeiro mandato de Lula, e posteriormente secretário do tesouro, em escala internacional, já ocupou cargo no FMI (fundo monetário internacional) e no BCE (Banco Central Europeu).

O novo ministro é conhecido por onde passa por colocar a casa no lugar, como ele fez no governo do Rio de Janeiro quando foi secretário da fazenda, assim a nomeação dele agradou ao mercado e os investidores em geral. Mas o questionamento que fica é: até que ponto ele vai poder  interferir  no gasto público?  Até onde vai a sua autonomia para gerir as finanças do governo federal?

Com certeza o trabalho de Joaquim Levi será quase tão importante quanto da própria presidente, uma vez que o Brasil não vem crescendo aos níveis dos vizinhos da América do Sul, sendo assim existe uma grande expectativa sobre o trabalho dele, e quais serão as medidas e resultados a curto e médio prazo.

Na minha opinião estou confiante que Joaquim Levi fará um bom trabalho e vai colocar o Brasil no lugar, retomando o crescimento e controlando a inflação. Haverá ajustes e provavelmente mais tributos para compensar a alta despesa do governo, e com isso maior controle sobre os gastos do mesmo.

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