Existe dois tipos de ativos que encontramos no mercado financeiro, ativos com renda fixa, que seriam títulos com renda continua, com pouca ou sem volatilidade, exemplos de aplicações: CDB, debêntures, letras do tesouro, LCI, LCA, CRI, são produtos financeiros que o investidor recebe rendimentos atrelados ao CDI ou a SELIC. Esses rendimentos acumulam sobre o valor principal, em certos investimentos você recebe um pagamento semestral dos juros. Esses investimentos geralmente tem um vencimento, onde o valor do principal mais juros é devolvido ao investidor.
Outro beneficio que os LCI e LCA além de debêntures de infraestrutura oferecem, é isenção de IR no resgate, isso pode melhorar consideravelmente a remuneração desses investimentos, deixando os bem interessantes. Vale a pena ressaltar que esse beneficio pode estar com os dias contados uma vez que a equipe econômica do governo pode estar realizando ajustes na tributação de tais investimentos ainda neste ano.
Investimentos em Renda Variável, são ativos com alta volatilidade e que basicamente seguem a tendência do mercado, exemplos de investimentos em renda variável, ações, ETFs, fundos imobiliários. Esses investimentos podem alavancar o seu patrimônio para cima ou para baixo, dependendo do mercado, porem dificilmente um investidor vai conseguir rendimentos acima da media sem colocar um pedaço de seu patrimônio em ativos de renda variável.
A alocação de ativos é um tema pouco difundido no Brasil, e de suma importância para os investidores em geral, optando por essa estratégia você consegue conciliar a renda fixa e variável montando uma carteira bem diversificado, com pouca volatilidade e com um retorno de médio a longo prazo superior a média. Lógico que não é nenhuma formula milagrosa, ou que você vai se tornar rico rápido.






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