
Vamos supor que o governo federal não consiga os votos mínimos necessários para aprovação da reforma da previdência.
O que aconteceria? Quais poderiam ser as implicações sobre taxas, juro, inflação, e por fim, em nossos investimentos?
Na minha analise, rápida analise, acredito que podemos ter oscilações substancias no curto e médio prazo.
Segue uma lista, de coisas que poderiam vir acontecer…
- Alta do dotar
- Queda do Ibovespa
- Alta nas taxas dos prefixados (Tesouro Direto)
- Alta nas taxas do Tesouro IPCA (Tesouro Direto)
- Alta do juro futuro
Eu poderia colocar aqui a alta da inflação também, porem, eu acredito que não vá haver uma alta relevante a ponto do Banco Central parar com as reduções da Selic, ou até mesmo reduzir os cortes.
O país está passando por uma fase econômica bem complicada, e o juro está restringindo bastante à oferta de credito nesse momento.
Mesmo com uma alta do dólar, acredito que os efeitos sobre a inflação, ainda serão reduzidos.
Lógico, nessa minha expectativa, estou avaliando que o dólar não vá parar em R$: 3,50, por exemplo.
Observando a alta do dólar, em caso de queda da reforma previdenciária, produtos financeiros como fundos cambiais, e o IVVB11, poderiam ser alternativas, em uma possível alocação.
Com relação aos títulos do Tesouro Direto, acho que os papeis com juro prefixado, (Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA) podem sofrer uma alta na taxa do juro, e redução no valor dos principais (boa oportunidade).
As taxas não vão voltar para os valores que já foram negociados enquanto o impeachment não tinha acontecido.
Naquela época, até onde me lembro, o Tesouro Prefixado chegou à casa dos 17% ao ano. Se for para chutar uma taxa, quem sabe chegue próximo dos 11% ao ano,
Já a queda do Ibovespa, poderia acontecer devido à desconfiança do mercado com os próximos passos do governo interino, e é lógico, dos nossos problemas políticos.
Não acho que os índices, taxas e até mesmo a inflação voltem aos patamares de antes do impeachment.
A reforma previdenciária, tem como resultado, uma redução dos gastos públicos no médio a longo prazo.
Ou seja, provavelmente, mesmo que a reforma seja aprovada, os resultados não seriam perceptíveis antes de certo período, 5 anos, por exemplo.
Desse modo, o Brasil continuaria seguindo o seu percurso de déficit primário até 2019 ou 2020.
Na ultima semana, nossa carteira obteve desvalorização de 0,46% contra desvalorização de 0,18% do IFIX. Contando com as posições em Tesouro Selic, a desvalorização foi de 0,44%.
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