Ao investir em um fundo de investimentos que possuem tal divisão, constituída em cotas, o investidor não compra uma participação no fundo, mas sim suas cotas.
Vamos supor que o investidor está interessado em um fundo que possui valor mínimo para entrar de R$ 1.000,00.
Esses R$ 1.000,00 aplicados não serão mais R$ 1.000,00 dentro do fundo, mas sim uma quantidade de cotas.
Na hora do investimento, vamos supor que cada cota do fundo vale R$ 1,00. Então, ao comprar R$ 1.000,00 em cotas, o investidor está comprando 1.000 cotas do fundo.
Se no dia seguinte os ativos que fazem parte da carteira do fundo se valorizarem, então é provável que o valor da cota não estará mais em R$ 1,00.
Na verdade, agora o valor pode estar em R$ 1,20 por cota, por exemplo.
Desse modo, o investidor que tinha uma posição de R$ 1.000,00 totalizando 1.000 cotas, agora terá R$ 1.200,00 totalizando as mesmas 1.000 cotas, compreendeu?
Dentro dos fundos com cotas, os investidores devem ficar atentos ao valor da cota. Por lá, será possível determinar qual é o saldo que o investidor possui no fundo.
Com o número de cotas, e sabendo o valor de cada uma, ao multiplicar os valores, será possível identificar o saldo correto.
Diferenças entre os fundos de cotas e outros
Basicamente existem dois tipos de fundos de investimentos, são eles os seguintes;
- FICFI – Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento
- FI – Fundo de Investimento
Os FICFI são representados por grande parte dos fundos existentes no mercado. Esse tipo de fundo é conhecido por ser aquele que investe em cotas de outros fundos.
Já os FI, investem diretamente em ativos, como títulos públicos, papéis de renda fixa, ou de renda variável (vai depender do tipo de fundo).
Então, quando um investidor resolve vender sua participação no fundo, o fundo precisa vender parte dos seus ativos, para conseguir devolver o capital ao investidor.
Essa movimentação pode levar tempo, sendo assim, não estamos falando de um fundo “rápido”.
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