Uma das principais vertentes da Alocação de Ativos é o balanceamento, sem ele a estratégia simplesmente não funciona. O balanceamento tem como principal importância o aproveitamento de momentos de alta ou baixa do mercado para recolocar o portfólio no lugar. Na parte de introdução, onde simulamos um investidor que investiu R$: 500,00 em ETF ligadas a ações e R$: 500,00 em letras do tesouro, ele fez o balanceamento a partir do momento que os ativos se valorizaram e assim modificaram a porcentagem da carteira (50% ETF, 50%LFT original) para (44%LFT e 56% ETF).
Para montar uma estratégia correta, o investidor precisa escolher qual vai ser a composição de sua carteira, se vai ser 50%LFT e 50% ETF, ou 80% LFT e 20%ETF, ou se de repente gostaria de colocar Fundos Imobiliários nessa composição, ou qualquer outro ativo, depois ele precisa acertar qual vai ser os períodos que ele vai fazer o rebalanceamento da carteira, se vai ser a cada mês, ou cada 6 meses, ou como no exemplo anualmente, é importante lembrar que caso haja a necessidade de fazer o balanceamento isso provavelmente vai gerar custos, então analise bem o período necessário.
Segue para simples comparação em um período de 18 anos, uma carteira com balanceamento e uma sem balanceamento.
Podemos observar que existe uma boa diferença entre as carteiras, essa diferença é de aproximadamente 19%, uma porcentagem substancial.






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