Recentemente o ministro da fazenda Joaquim Levy teve dificuldades de manter o veto aos subsídios de energia da região nordeste, veto que fará o tesouro economizar 5 bilhões de reais.O senado quase conseguiu derrubar o veto da presidente. Após a votação Levy mencionou que caso o senado continue dificultando as votações necessárias para realizar os ajustes fiscais ele pedirá demissão do cargo de ministro da fazenda. E agora, será que ele vai pedir pra sair?
Joaquim Levy tem uma grande carreira no cenário econômico nacional e mundial, trabalhou no BID (Banco Internacional Desenvolvimento), no FMI (fundo monetário internacional), chegou a trabalhar no governo do Rio de Janeiro. Antes de aceitar o convite para ser o novo ministro da fazenda, Levy estava na área de investimentos do banco Bradesco. Podemos notar que uma pessoa com tal carreira não precisa provar nada a ninguém, e tão pouco ao governo, ele tem uma visão semelhante aos economistas ligados ao PSDB, e partidos de direita, que defendem uma economia mais livre, sem a mão do estado.
Um pedido de demissão de Levy poderia mostrar que fundo do poço tem um porão. O atual ministro da fazenda trouxe credibilidade ao governo, pois sua carreira comprova isso. A eventual saída dele é um péssimo sinal ao investidor externo. Investidor que possui muitos investimentos no Brasil, e com uma eventual retirada de recursos poderia agravar ainda mais os indicadores econômicos. Influenciando o aumento da cotação do dólar, inflação e consequentemente o aumento da taxa Selic, e assim o juros da divida publica aumentaria, estourando ainda mais o caixa do governo.






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