Quando falamos sobre investimentos financeiros, podemos dividi-los entre dois tipos: os de renda fixa e os de renda variável. Mas você sabe o que é a renda fixa?
Normalmente, quando a pessoa é de perfil conservador, ou está buscando construir uma reserva financeira, ela acaba procurando produtos de renda fixa. Mas por que essa preferência? Vamos saber mais sobre isso agora.
Definição de Renda Fixa
Os investimentos de renda fixa são reconhecidos assim, porque eles proporcionam previsibilidade aos seus investidores. Sendo que esta previsibilidade está associada à rentabilidade do título.
Ou seja, ao comprar um produto de renda fixa, o investidor saberá com antecedência o quanto poderá receber de rendimentos.
Por exemplo, um CDB que paga 100% do CDI, vai gerar ao investidor, retorno equivalente a 100% do CDI ao longo do período onde o dinheiro estiver aplicado.
Agora uma debênture que possui rendimentos de IPCA+ 10%, vai proporcionar ganhos associados ao IPCA, ao longo de todo o período investido. Sem esquecer dos 10% pré-fixados ao ano.
Desse modo, o investidor consegue simular e reconhecer com antecedência, quais serão os ganhos que tal aplicação poderá proporcionar.
Quais são os investimentos que compõem a Renda Fixa?
Dentre as aplicações que fazem parte da renda fixa, temos:
- As letras do Tesouro Direto;
- CDBs;
- LCI e LCA;
- Debêntures;
- CRI e CRA
- LC (Letra de Câmbio);
- Fundos DI, Crédito Privado, Debêntures, dentre outros de renda fixa.
Quanto rende a Renda Fixa?
Comumente os produtos de renda fixa podem ter rendimentos atrelados ao CDI, Selic, IPCA, IGPM e taxas prefixadas.
Contudo, o investidor encontrará mais ativos de renda fixa atrelados ao CDI, IPCA e juros pré-fixados.
Nesse sentido, cada um desses rendimentos possui suas vantagens e desvantagens. O CDI e a Selic, por exemplo, são ótimos rendimentos para quando a taxa de juro está subindo, ou está em um nível elevado.
Agora se a inflação está em alta, os ativos associados ao IPCA ou ao IGPM, podem se mostrar mais vantajosos.
A Renda Fixa é acessível?
Sim, extremamente acessível. Existem bancos que oferecem CDBs a partir de R$ 1,00, por exemplo. Ou seja, o investidor pode começar a investir com pouquíssimo dinheiro.
Outras aplicações de renda fixa podem ser menos acessíveis, como as debêntures, CRIs e CRAs. Tais ativos costumam ser negociados por valores superiores a R$ 1 mil.
As letras do Tesouro, também aparecem como alternativas bem acessíveis, já que elas podem ser adquiridas a partir de R$ 30,00.
LCI, LCA e alguns fundos de investimentos, também costumam ser bem acessíveis, com valor inicial de investimento variando de R$ 1,00, até R$ 1 mil.
Quais são as melhores estratégias para a Renda Fixa?
A primeira estratégia está vinculada à construção de uma reserva financeira. Por meio de uma reserva financeira focada na proteção e liquidez, o investidor poderá capturar as melhores oportunidades do mercado.
A segunda estratégia visa a construção patrimonial. Como podemos ver nesse exemplo aqui, é totalmente possível construir um bom patrimônio financeiro aplicando os recursos em títulos de renda fixa. Querendo ou não, o Brasil possui uma das rendas fixas mais rentáveis do mundo.
Conclusão
Comparado a outros países, como os Estados Unidos, a renda fixa brasileira é muito mais rentável.
Por exemplo, para conseguir auferir bons rendimentos nos Estados Unidos, é muito difícil manter a carteira 100% alocada em produtos de renda fixa. Isso acontece porque o juro real nos Estados Unidos, por vezes, é muito pequeno.
Desse modo, investir na renda variável nos Estados Unidos, é uma estratégia que faz todo sentido, principalmente quando o investidor faz uma boa alocação de ativos.
Agora no Brasil, a renda fixa ainda é muito forte. Além da rentabilidade, ainda existe a segurança. Nesse sentido, comprar diferentes tipos de ativos de renda fixa, alocando os recursos em boas opções, pode gerar ótimos resultados.






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