No Boletim Focus desta semana, tivemos algumas alterações importantes nas expectativas para a inflação. Sendo assim, acompanhe a seguir mais detalhes sobre o Boletim de 24.01.2025:
Inflação sobe para 2025
De acordo com o Boletim Focus, a inflação medida pelo IPCA, deverá terminar 2025 em 5,5%, ante projeção de 5% referente à semana passada.
Já para 2026, 2027 e 2028, as expectativas são para um IPCA de: 4,22%, 3,9% e 3,73%, respectivamente. Na semana passada as expectativas eram de: 4,1%, 3,9% e 3,58%. Portanto, em 2026 e 2028, também ocorreram aumentos nas projeções para a inflação.
Com o eventual aumento da inflação em 2025, é possível que as projeções para os demais anos, aumentem também. Desse modo, a Selic poderá aumentar.
Selic está mais estável
Para 2025 e 2028, a Selic se manteve estável, em 15% e 10% respectivamente. Já para os anos de 2026 e 2027, as projeções aumentaram, ficando em 12,5% e 10,38%.
Na semana passada as expectativas eram de 12,25% e 10,25% respectivamente. Isso significa que o mercado espera que a Selic permaneça na casa dos “2 dígitos”, por muito tempo.
Mercado aposta em um PIB maior para 2025
Se na semana passada as expectativas do mercado eram para um PIB em 2,04%, nesta semana, as projeções são de alta de 2,06%.
Contudo, para 2026 e 2027 ocorrem mudanças negativas. Para esses anos, o mercado aguarda um crescimento de 1,72% e 1,96% respectivamente. Na semana passada a projeção era de 1,77% e 2%. Com relação ao ano de 2028, a projeção permanece em 2%.
Dólar praticamente sem alterações.
Acompanhando as expectativas divulgadas na semana passada, o Boletim Focus, não trouxe alterações para o dólar de 2025, 2026 e 2028.
Nesse sentido, o mercado aguarda cotações em: R$ 6,00, R$ 6,00 e R$ 5,99 respectivamente. Somente em 2027, houve alteração de R$ 5,92 para 5,93.
O que fazer com os investimentos?
Com a Selic em 12,25% até o presente momento, ainda há um bom caminho para ser trilhado até os 15%. Dessa maneira, investir em produtos de renda fixa pós-fixados, continua sendo uma ótima alternativa.
O negócio é aproveitar os juros elevados, e buscar investimentos mais seguros e com ótima rentabilidade. Mas não deixe de analisar os ativos de renda variável. Com os juros subindo, a bolsa de valores costuma ser “deixada de lado”.
Sendo que nesses momentos, muitos investimentos, como ETFs, ações e FIIs, se tornam mais “baratos”. Assim, a aquisição de tais ativos, pode proporcionar ao investidor, ótimos resultados no futuro (caso os juros caiam e a bolsa de valores se recupere).






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